terça-feira, 26 de junho de 2012

Faço e atualizo o seu blog pra você!


FAÇA SEU BLOG CONOSCO

-  Juntos escolheremos as cores que você mais gosta, as fotos que você gostaria que estivesse na parte principal, o modelo que mais tem a ver com você;

-  Decidiremos juntos se será mais viável atualizar semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente;

-  Teremos um mural ou um espaço para seus leitores comentarem e deixarem recados;

-  Decidiremos se o blog será público ou se somente aqueles que terão uma senha é que poderão vê-lo;

-  Escolheremos a forma e a maneira de expor suas fotos: grandes, pequenas, em slide show, em grande ou pequena quantidade, no meio do texto ou em uma área exclusiva;

-  Faremos um e-mail exclusivo para você usar em seu blog;

Depois de nossa primeira conversa, você só se preocupará em me entregar via e-mail ou pendrive, o texto e as fotos que gostaria que fossem inseridos a cada atualização. Eu cuidarei de todo o resto.

Ficou interessado? Me envie um e-mail! 
kelton.santos@uol.com.br

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Cinco Benefícios De Se Usar Cartões De Visita


Saiba porque cartões de visita não podem ser esquecidos em qualquer estrategia de marketing.

Sem dúvidas cartões de visitas são armas poderosas de divulgação e marketing disponível para empresas, vamos ver algumas coisas que fazem cartões de visita serem tão eficientes.

1. Eles são baratos
Imprimir cartões de visita, para um orçamento de uma empresa, é talvez a forma de divulgação essencial e de custo mais baixo,  O ideal é nunca imprimir seus cartões de visita em impressoras domésticas, porque isto soa anti-profissional, e faz com que seu cliente perca a credibilidade em seu trabalho, uma gráfica profissional pode te indicar como proceder na hora da impressão de seus cartões, e mostrar os mais diferentes tipos de papel. E o preço pode variar entre R$ 45,00 em diante.
2. Eles demonstram o que sua empresa é com eficiência
Sempre mantenha isto em mente, nunca faça você mesmo seus cartões, a não ser que você seja da área de design gráfico, marketing e o publicidade, se você criar seus cartões de visita sozinho, ou com um profissional não qualificado, seu trabalho vai ser visto como amador pela pessoa que recebe o cartão, e sim, o cartão é a primeira impressão que a pessoa vai ter do seu trabalho. Mesmo que seu cartão não tenha sido feito por você, se ele não for bom, eles pensarão que seu cartão é seu trabalho, mesmo você sendo um ótimo profissional, ou tendo um produto sensacional, se o cartão for ruim, sua empresa perderá muitos clientes. Porém se eles forem bons, eles te trarão muitos trabalhos.
3. Eles são convenientes
Cartões de visita são fácil de se guardarem, cabem dentro da bolsa de seus clientes ou de sua carteira, sem ocupar muito espaço, algumas pessoas ainda tem porta-cartões, para guardarem os cartões dos serviços que mais usam, ou sem deixar de lado, temos os colecionadores de cartões de visita.
4. Eles nunca param de funcionar
Propaganda de radio dura em torno de 30 segundos, um cartão de visita fica guardado com seu cliente, em certos casos clientes esquecem seu telefone, e os cartões de visita estão lá para lembrá-los de seu telefone. E toda vez que isto acontece, as chances de um cliente usar seus serviços aumenta potencialmente.
5. Eles funcionam
Para finalizar eles funcionam. Comerciantes continuam imprimindo cartões de visita, ano após ano. Como uma forma de propaganda adequada. Se você incluiu as informações corretas no seu cartão, se o desing foi planejado por um profissional, e você entregou na mão das pessoas certas. Se você fez estas coisas, é o suficiente, para sentir a eficiência e retorno para sua empresa, seu produto, ou até mesmo sua carreira profissional.

Cartões de visita são baratos, e ainda ferramentas efetivas para seu negócio. Quando você planeja sua estratégia de marketing, não esqueça de imprimir cartões de visita, eles podem ser com materiais exóticos, com facas especiais, pode ser menores que a maioria, eles aumentam o seu alcance, não há nenhuma razão para ignorar cartões de visita como ferramenta de marketing.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Meu site está no ar e agora?


Saiba como aproveitar ao máximo seu site para captação de clientes
Então o site da minha empresa foi ao ar depois do árduo trabalho de meu web designer, porém ainda não recebi muitas visitas.Tenha em mente uma coisa quando colocar seu site no ar, seu site é como uma loja, um ponto fixo, ele é apenas uma ferramenta de divulgação que precisa ser distribuída, que precisa ser divulgada. Não adianta ter uma loja bonita, que fica no meio de uma floresta desertica que ninguém frequenta.
Então vamos separar algumas dicas, para seu site fazer sucesso depois que entrar no ar, e funcionar como captador de vendas.
Cadastre seu site em sites grátis
Quanto maior o número de sites que tiver um link direcionado para o seu site, mais pessoas vão poder encontrar os seus serviços. Nós da Lana Artes, já cadastramos em diversos sites grátis, e inclusive no nosso, porém algumas empresas ainda não tomam este cuidado especial.
Coloque sua empresa no mapa do Google
Outra sugestão se você tem uma empresa que existe uma sede, se cadastrar no Google Maps é uma das formas mais fáceis e de graça para conseguir clientes, as pessoas procuram serviços próximos da onde estão localizadas, e o Google Maps é um dos mais acessados. É só fazer o cadastro no Google Places, clicando no link aqui  .
Imprima impressos com seu site
Imprima cartões de visita, folhetos, pastas, e distribua, sempre que o cliente precisar de seu serviço ele vai lembrar de que pegou um cartão de visita na sua empresa, e com certeza vai entrar em seu site para ver serviços posteriores.Ou até mesmo na apresentação, você deixando um cartão de visita, seu potencial cliente vai depois da reunião entrar na internet para saber mais de sua empresa, e acessar seu site que poderá trazer mais um negócio fechado.
Use Plano de Marketing como o Ad-words do Google
Outra forma de conseguir clientes rápidos, é fazer um plano de compra de palavras chaves no Google Ad-words, o resultado é sempre rápido, Mais detalhes de como funciona o sistema clique aqui .
Estar Nas Redes Sociais
Outra opção para conseguir acessos para seu site é estar nas redes socias, a maioria dos internautas do Mundo todo passam grande parte de seu tempo em redes sociais como orkut, facebook, twitter, myspace, you tube, etc. O que interessa é que sua empresa, seu serviço esteja aonde o seu público alvo está, porém é muito importante que além de estar nas redes socias, um profissional fique monitorando sempre o que o consumidor acha da sua marca, porque senão o feitiço vira contra o feiticero.
Troque links com empresas parceiras
Sempre tem aquele seu parceiro que tem site, porque não colocar um link do seu site no dele, assim todos que acessarem o site dele, poderão ver seus serviços, e em troca, você coloca um link do site dele no seu, e assim os dois consegue clientes em comum, gerando assim um trafego maior de pessoas.
Ter seu site no ar, só é o primeiro passo de uma grande campanha de oportunidades, o verdadeiro valor do web design é saber conduzir o site depois que ele está no ar, claro que a forma que ele é construido visando o marketing sempre é importante.
Lembrando se você precisar de planejamento e marketing, e como utilizar este tipo de serviço de forma eficiente, pode consultar nossos parceiros na área de web, a Pages Web Design, entre no site deles, clicando aqui. 
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Fonte: Lana Artes

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O que é o formato de imagem RAW?

Descubra quando e por que usar este formato de arquivo de imagem, além dos motivos que o levam a ser o mais recomendado pelos profissionais.

Quando você fotografa alguma coisa em sua câmera digital, você sabe o que acontece lá dentro para que a luz atravessando a lente se transforme na foto que você depois vai subir para algum álbum na internet? Esse processo de captura da imagem é a primeira parte do entendimento do que é o formato de imagem RAW (o nome vem do termo inglês para cru, e você já vai entender porque).
Quem chegou a fotografar com filme talvez tenha mais facilidade para entender o que é exatamente esse formato de arquivo, mas isso não impede que a geração digital também alcance essa compreensão.
O “negativo da fotografia digital”
Não é a melhor comparação a ser feita, mas provavelmente ajuda a entender um pouco melhor essa história de formato RAW. O que acontece na câmera digital no exato momento da exposição é um processo físico envolvendo sensores fotossensíveis, que ao receberem luz irão gerar energia elétrica. Tanto os sensores CCD (coupled-charge device – dispositivo de carga acoplada) quanto CMOS (complementary metal oxide semiconductor - semicondutor de óxido metálico complementar) funcionam dessa mesma forma.
Processamento JPEG
Cada um dos milhões de pixels que compõem o sensor recebe – quando o botão é pressionado – uma quantidade de luz e a partir disso, gera um sinal que será enviado a um processador. Em frações de segundo, este processador interpreta os sinais enviados por cada pixel, e cria um mapa de todos os pontos. Esse mapa é a imagem obtida pelo sensor. Na maioria das câmeras, durante a interpretação dos dados enviados pelos pixels, o processador da câmera já aplica também diversos filtros e efeitos no mapa, gerando uma foto previamente tratada. Quando isso ocorre, o arquivo criado é normalmente salvo em formato JPEG.
Mas, e o RAW, onde está?
Uma coisa importante a ser entendida é que o processador da câmera não é muito poderoso – e provavelmente ainda vai levar um bom tempo até que chegue perto da capacidade de um chip de um computador completo, por exemplo. Assim sendo, os efeitos, os filtros e até mesmo a interpretação dos dados do sensor geram pequenas falhas na imagem final, diminuindo sua qualidade.
Agora respondendo de forma simples à pergunta do título, na metade do caminho. Reveja o gráfico ali em cima, e pense no passo onde começa a queda de qualidade da imagem. Já que o RAW fornece imagens de qualidade muito superior, é de se esperar que tudo o que acontece na câmera e comprometa a fotografia final seja eliminado deste arquivo, certo?
Pois é exatamente isso que o formato RAW faz. Como foi dito anteriormente, o processador da câmera é o responsável por aplicar uma série de tratamentos aos dados do sensor, e esses efeitos comprometem a foto final, certo? Para evitar esse comprometimento, basta evitar que a imagem seja processada, não é mesmo?
Processamento RAW
Ou seja, ao invés de uma imagem JPEG que foi criada no processador da câmera, o arquivo RAW é um banco de dados enorme, contendo toda a informação captada pelos milhões de pixels do sensor da câmera, sem nenhuma alteração. Com isso, você pode aplicar todo o tratamento descrito ali em cima no seu computador, que é muito mais potente que o processador da câmera.
CR2, NEF e outros
Cada fabricante de câmera fotográfica usa um sensor diferente, certo? Assim, cada sensor monta as informações de sua captura de uma forma diferente e, portanto, cada fabricante tem um formato RAW diferente em seus equipamentos.
E o tal DNG?
Aqui existe uma confusão. O DNG (digital negative – negativo digital) não é um formato de arquivo de verdade, e sim um encapsulamento. A Adobe criou esse padrão para facilitar o reconhecimento de formatos RAW antigos em aplicativos recém-lançados, desde que o arquivo anterior tenha sido convertido para o padrão DNG.
Para que serve?
Opções de processamento de arquivo RAW no RAW Therapee.O formato RAW permite que o fotógrafo, ao processar a imagem no seu computador, realize vários ajustes manuais no arquivo, ao contrário do JPEG feito na câmera, que é inteiro baseado em ajustes automáticos. Com isso, o controle do fotógrafo sobre o resultado final da fotografia é muito maior, garantindo o melhor resultado possível para cada captura.
Claro que não é todo mundo que precisa fotografar em RAW. As imagens JPEG das câmeras atuais têm uma qualidade muito boa, e os acertos automáticos costumam dar bons resultados. Fotografar em RAW é indicado para quem precisa tratar suas fotos mais profundamente.
Assim como o amador antigamente levava seu filme para revelar em laboratório comercial, hoje ele deixa a câmera processar sua imagem. Já o profissional que pretende controlar todas as etapas do seu trabalho, este usa o RAW como antes se usava a sala-escura.


Quando usar formato RAW?

Entenda o que é e para que serve este tipo de fotografia, e saiba em quais situações você deve optar pelo RAW e quando o JPG consegue dar conta do recado.


Você já ouviu falar do formato de fotografias RAW? Se você nunca trabalhou com uma câmera profissional, ou mesmo uma semi, é bem provável que você não esteja familiarizado com este tipo de arquivo, que é considerado um “negativo digital”.
Mesmo sendo tratado como um formato de arquivo, o RAW não é necessariamente isso. Cada fabricante de câmeras possui uma extensão própria para as suas fotografias em RAW, porém a ideia e a forma de tratá-las é sempre a mesma.

"Negativo digital"


As fotografias em RAW são como negativos, precisam ser "reveladas" posteriormente. (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)

Pense um pouco na fotografia analógica. Quando você batia uma foto, era preciso mandar revelar o filme para ter a imagem em mãos. O mesmo acontece com os arquivos RAW, eles não saem prontos da sua câmera, é preciso tratá-los usando um software (como o Photoshop ou o Adobe Lightroom), para que possam então ser utilizados.
Quando você bate uma foto em JPG, a “revelação” acontece antes que imagem seja capturada, através das configurações (manuais ou automáticas) como abertura do diafragma, ISO, temperatura de cor etc. Quando você passa o arquivo da câmera para o computador, apesar de ser possível fazer modificações posteriores, isso não é obrigatório.

O RAW é diferente. Quando você bate a foto, ele captura a cena como ela está sendo vista, sem compressão (por isso os arquivos são enormes, chegando a aproximadamente 30 MB em algumas câmeras) e sem ajustes anteriores. Você tem então a possibilidade de fazer uma edição posterior para ajustar o brilho, as cores, contraste e muito mais. Como um negativo, você só trata a foto depois de batida.


Comparação do antes (embaixo) e do depois (em cima) do tratamento de uma foto RAW (Fonte da imagem: Severin Sadjina)

O que vale a pena usar, JPG ou RAW?    

          

Essa pergunta leva a outra, que precisa ser respondida antes: o que exatamente você quer fazer com aquela imagem? Apesar de a ideia de poder ter controle total sobre a imagem ser ótima, isso pode não ser nem útil e nem prático no dia a dia.
Algumas situações que pedem que você use o RAW: quando você está fotografando algo profissionalmente, como um evento ou mesmo um editorial; quando você não tem as condições perfeitas para fotografar (como iluminação e temperatura de iluminação); para retratos; e para criar uma fotografia HDR com um único disparo.
Para capturar todos os detalhes de um retrato, fotografe em RAW. (Fonte da imagem: Meredith Farmer)

Por outro lado, em alguns momentos é melhor optar pelo JPG e sua praticidade: quando você não tem tempo de tratar imagem por imagem posteriormente; quando a foto for destinada apenas para uso na internet; quando você tiver cartões de memória com pouca capacidade de armazenamento e precisar tirar várias fotografias; e quando você tiver que bater várias fotos rapidamente, já que o processamento de uma foto assim demora bastante.

Uma alternativa para os indecisos


Normalmente, no dia a dia, não vale a pena fotografar em RAW, a menos que você seja um fotógrafo profissional. Porém, isso é uma decisão bastante pessoal. Se você gosta de gastar tempo com a edição e quer ter mais possibilidades de mexer nas fotos depois, pode se esquecer do JPG então.
Para quem não consegue se decidir, no entanto, a melhor alternativa é usar o modo RAW+JPG, que captura um arquivo bruto e um compactado. É claro que isso exige cartões de memória com bastante espaço, porém consegue resolver o resto dos problemas.


Efeitos de filme


Imagens em CG podem ser misturadas com ajustes de edição de
fotos para criar falsos stills de filmes. Para isso, duplique a imagem algumas vezes, acesse Hue/Saturation, diminuindo Saturation a -75. Depois, selecione o ajuste Exposure, aumente Exposure para 1 ou 2 e diminua Offset e Gama até o meio do deslizante esquerdo. Mescle suas camadas (Cmd/Ctrl + Opt/Alt + Shift + E) e aplique um filtro Lens Blur forte e controle a intensidade na opacidade da camada. Adicione uma vinhetagem tradicional (de dentro do filtro Lens Correction) por cima e mescle tudo, adicione ruído, aplique nitidez e use Color Balance – puxando Shadows, Midtones e Highlights e direção a Cyan e Blue.